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	<title>tucaz.blog.now() &#187; Carreira</title>
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	<description>Software architecture, agile and all that stuff that you can find everywhere</description>
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		<title>Você é importante?</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 02:50:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tucaz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Leadership]]></category>
		<category><![CDATA[Management]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[Reza a lenda[1] que, trabalhando na Apple, a qualquer momento você pode encontrar Steve Jobs e ouvir dele a seguinte pergunta: &#8220;O que você faz aqui?&#8221; e, caso ele não goste da resposta você pode ser demitido na hora.
Apesar de essa ser uma atitude drástica, acho que faz bastante sentido, principalmente no cenário de desenvolvimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reza a lenda[1] que, trabalhando na Apple, a qualquer momento você pode encontrar Steve Jobs e ouvir dele a seguinte pergunta: &#8220;O que você faz aqui?&#8221; e, caso ele não goste da resposta você pode ser demitido na hora.</p>
<p>Apesar de essa ser uma atitude drástica, acho que faz bastante sentido, principalmente no cenário de desenvolvimento de software. Alguma vez você já se perguntou o que <strong>realmente</strong> faz na empresa onde trabalha? Se a resposta for tão simples como &#8220;escrevo código&#8221; talvez você esteja prestes a ser (merecidamente) <span style="text-decoration: line-through;">demitido</span> promovido ao mercado de trabalho . Mesmo como programador seu trabalho não é apenas escrever código, mas sim transformar idéias em maravilhas tecnológicas que vão fazer seu usuário delirar e com isso agregar valor para a empresa ou qualquer outra coisa que o valha. Isso vale para todas as posições.</p>
<p>Desde gerentes (que tradicionalmente só controlam cronogramas, ou seja, fazem nada) até gerentes de produto que ficam pra cima e pra baixo mandando as pessoas fazerem coisas. O ponto é, se você não contribui para o produto final você é <strong>inútil, totalmente dispensável e deveria arrumar uma outra coisa pra fazer</strong>. Sua contribuição não precisa ser necessariamente técnica (com código), mas também com soft skills (organização, segurança, criatividade, etc) que ajudem efetivamente seu time a chegar ao objetivo.</p>
<p>Acho que esse é um ponto importante de reflexão. Para sermos melhores no que fazemos temos que entender realmente o que queremos e temos de fazer.</p>
<p>O que você acha?</p>
<p><strong>[1]</strong> &#8211; Segundo relatos existentes de (ex) funcionários no livro &#8220;A cabeça de Steve Jobs&#8221;</p>
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		<title>Qual é a dos apertadores de botões?</title>
		<link>http://blog.tucaz.net/2010/01/29/qual-e-a-dos-apertadores-de-botoes/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 16:19:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tucaz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>

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		<description><![CDATA[O que motiva alguém a executar tarefas repetitivas todo dia? O que essa pessoa espera do trabalho? Por que fazer desse jeito? Por que não mudar e melhorar?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não importa onde eu vá, seja a empresa grande ou pequena, sempre existem pessoas dos dois grupos: apertadores de botões e as pessoas que vão pra frente.</p>
<p>As pessoas que vão pra frente são fáceis de identificar e não me interessa falar muito sobre elas neste post. Elas estão sempre empolgadas, comentam a respeito de novidades e procuram fazer ela e as pessoas em sua volta prosperarem, mesmo quando essa não é a intenção.</p>
<p>Já os apertadores de botão estão sempre na mesma. O incrível é que esse perfil (ou falta de perfil?) existe em todos os papéis e profissões. DBAs -que só rodam scripts e não analisam o log (nem quando solicitado!) pra ver o que aconteceu e ajudar o pobre desenvolvedor que não tem acesso ao DB-, Desenvolvedores -que programam o que está especificado não importando o quão errado esteja do ponto de vista técnico ou funcional-, entre muitos outros.</p>
<p>No entanto, podemos ainda criar outra categoria de apertadores de botões: os que fazem apenas tarefas repetitivas. Quem nunca viu o &#8220;operador de computador&#8221; (acho que essa expressão é do mesmo tempo CPD) que todo dia, o dia inteiro, fica copiando/alterando arquivos de lá pra cá, sempre igual?</p>
<p>Por mais que eu não goste do meu trabalho (ainda bem que <em><strong>eu</strong></em> gosto!), acredito que devemos tirar o melhor proveito dele. Ou melhor, devemos tirar o melhor proveito de tudo que fazemos na vida. Portanto, o que motiva uma pessoa a executar o mesmo processo <em><strong>igual</strong></em> todo dia sem nem mesmo pensar em uma maneira de automatizá-lo ou de faze-lo de maneira diferente?</p>
<p>Mesmo que você não consiga remover todos os processos repetitivos ou não crie uma obra de arte quando conseguir é importante tentar. Não importa se você vai ser reconhecido por isso, não importa se você irá ganhar $algo$ em troca e não importa se você não é pago pra automatizar nada. <em><strong>Faça por você!</strong></em> Mesmo quando o esforço não valer a pena você vai <em><strong>no mínimo ter aprendido alguma coisa nova</strong></em>.</p>
<p>Portanto, se você se encaixa em algum desses perfis, já passou da hora de se mexer e mudar, não acha?</p>
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		<title>My Job Went to India: Resenha</title>
		<link>http://blog.tucaz.net/2008/10/13/my-job-went-to-india-resenha/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 01:55:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tucaz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Há uns três meses atrás, enquanto navegava pelos links que leio frequentemente, mesmo sem antes ter feito nenhuma dessas perguntas encontrei algo parecido com a resposta e esse livro fazia parte dela. Me interessei e comprei o livro.
Para variar, comprei na Livraria Cultura por R$64,84 e em umas duas semanas recebi o pequeno livro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><a href="http://www.amazon.com/Job-Went-India-Pragmatic-Programmers/dp/0976694018/ref=sr_1_6?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1223946658&amp;sr=8-6"><img title="My Job Wen to India" src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/5106FA4JF7L._SL500_AA240_.jpg" alt="My Job Wen to India" width="240" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">My Job Went to India</p></div>
<p style="text-align: left;">Há uns três meses atrás, enquanto navegava pelos <a href="http://blog.jayfields.com/2008/08/be-your-start-up.html" target="_blank">links </a>que leio frequentemente, mesmo sem antes ter feito nenhuma dessas perguntas encontrei algo parecido com a resposta e esse livro fazia parte dela. Me interessei e comprei o livro.</p>
<p style="text-align: left;">Para variar, comprei na <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=1306182&amp;sid=018111356101012809588621332&amp;k5=23628178&amp;uid=" target="_blank">Livraria Cultura</a> por R$64,84 e em umas duas semanas recebi o pequeno livro de 252 páginas em casa.</p>
<p style="text-align: left;">O autor, Chad Fowler (que não é parente do Martin Fowler), conta em 52 &#8220;mini-histórias&#8221; o que fazer para não perder seu emprego e da diversas dicas de como crescer tanto profissional quanto pessoalmente.</p>
<p style="text-align: left;">O livro foi escrito na época em que executar projetos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Offshore_(Gest%C3%A3o)" target="_blank">offshore</a> era visto como a melhor e mais barata maneira de se construir projetos de software nos Estados Unidos. De acordo com Fowler, nesse época muitos programadores acabaram perdendo seus empregos para indianos do outro lado do mundo e cada vez mais achavam que os indianos estavam tirando seus empregos.</p>
<h3 style="text-align: center;"><strong>O que fazer para crescer na carreira profissional? </strong></h3>
<h3 style="text-align: center;"><strong>Como manter meu emprego? </strong></h3>
<h3 style="text-align: center;"><strong>Como posso melhorar profissional e pessoalmente?</strong></h3>
<p style="text-align: left;">Em um desses projetos o autor foi enviado pra India com a responsabilidade de abrir uma filial e contratar indianos para montarem a filial supostamente mais barata e eficiente. No entanto, gerenciar uma equipe a milhares de quilometros de distância não é fácil como parece (se é que parece). Durante todo o livro ele relata os obstáculos que existem em se montar uma operação desse tipo e porque essa forma de trabalho não vai deixar os americanos desempregados.</p>
<p style="text-align: left;">Ele descreve exemplos de como é importante trabalhar no marketing pessoal e não focar apenas na parte técnica, pois não adianta você ser o melhor técnico do mundo e não investir na comunicação para que as pessoas saibam o quão bom você é. Comunicação é fundamental.</p>
<p style="text-align: left;">Outro ponto que achei bastante interessante é que devemos aprender a falhar, tirar proveito disso e crescer. Não devemos nunca imaginar que estamos na crista da onda porque conhecemos uma tecnologia em especifico. Uma hora a onda passa e nós ficamos pra trás. É necessário que não deixemos que o rumo de nossas carreiras seja definido ao acaso, mas sim baseado em decisões concientes e estratégicas sempre de olho no mercado atual e nas mudanças que estão ocorrendo.</p>
<p style="text-align: left;">Além dos aspectos técnicos é também uma oportunidade de conhecer um poquinho a respeito da cultura de outro país e aprender como lidar com pessoas diferentes.</p>
<p style="text-align: left;">Enfim, este é um livro bastante amplo e ao mesmo tempo específico que com certeza vai abrir sua mente. Acredito que seja um dos melhores que já li e é uma leitura obrigatória pra quem quer crescer!</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: center;">
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